SOM, AUDIÇÃO E FALA
SONIDO, AUDICIÓN Y HABLA
SOUND, HEARING AND SPEECH
Por: Néstor Antonio Pardo Rodríguez.
Terapeuta
do Linguagem ou Fonoaudiologo.
Universidade
Nacional de Colômbia
Correo Electrónico: fonocol@peru.com
Celular 76501745 ó 79601745 LA PAZ. BOLIVIA.
Celular 073 - 969686234. Colegio El Buen Pastor. Jr. Moquegua 663. PUNO, PERÚ.
Um dos elementos indispensáveis para os
processos normais da audição e a fala é o som. Este, em si, é uma onda mecânica
longitudinal que se propaga a través do ar. Entre as suas características
específicas se encontram a frequência e a intensidade, que são objeto de estudo
da acústica, uma rama da física (Cromer, 1978; Miller, 1979).
O ouvido humano em situações normais pode
captar sons de uma frequência entre 16 e 20.000 ciclos por segundo (vibrações
dobles por segundo ou hertz), ainda que pelo geral é mais sensível às
diferencias entre um tono e outro quando se acham 50 dB (decibeis) por acima do
umbral de audição e na gama dos 500 a os 4.000 ciclos por segundo (zona da
discriminação auditiva da fala). Entre maior seja o número de hertz (Hz) da
onda sonora, mais agudo será o som segundo a sensação subjetiva do individuo, e
maior será a frequência.
Por outra parte, uma pessoa pode perceber
sons entre 0 e 120 decibeis (dB); isto é , entre o mínimo nível posível de
detectar-lhes e o umbral de moléstia. A relação entre o nível subjetivo de
sonoridade (volume) e a intensidade física do som não é lineal. Cromer (1978)
indica que numa sala de conferências, por exemplo, a intensidade da voz de um
conferêncista pode ser 100 vezes maior na parte dianteira que na traseira, No
entanto, um ouvinte que se desloque de uma à outra sòmente experimenta uma
ligera disminução na sonoridade.
DeConde (1984) expoe que a capacidade para
atender ao discurso falado, compreender, lembrar e relacionar o que se escuta,
de tal maneira que se dêm as respostas apropriadas, involucra uma serie de processos
intrincados que ocorrem automáticamente na maioría dos individuos. Para que
suceda uma efetiva comunicação, o cérebro, através da red do sistema nervioso
cemtral, deve receber, transmitir, decodificar, classificar e organizar toda a
informação auditiva antes de chegar à comprensão. A integração funcional para
esa tarefa tem lugar de uma maneira rápida e precisa ainda quando o ruído de
fundo e outras alterações da sinal (forma de falar e ambiente) creem
interferências. Este fenómeno neurológico se costuma chamar processamento
central auditivo.
No homem atual é evidente a dissociação dos
lados esquerdo e direito do cérebro desde os primeiros días de vida, a qual tem
sido comprovada por Molfese (1977), entre outros, mediante estudos sobre a
amplitude relativa das respostas auditivas evocadas sobre os lóbulos temporais.
Studdert-Kennedy (1987) reporta que muitas investigações descriptivas e
experimentais têm estabelecido que a capacidade perceptivomotora da fala se
atribui ao hemisferio cerebral esquerdo em mais do 90 % dos adultos normais. Em
outras palavras, este tem maior capacidade de resolução para discriminar a
informação situada na zona baixa do espectro sonoro (Ardila, 1984) como é o
sistema fonético de códigos (Luria, 1981); isto é , para o manejo dos sons da
fala. O direito, por sua vez, decodifica as sinais correspondentes a os ruídos
do ambiente, o timbre e o sistema rítmico - musical. No entanto, os dois devem
atuar em perfecta harmonía, já que, por exemplo, o discurso falado é
constituído tanto por uma serie de formantes sonoros muito específicos, como
por um ritmo dado que em conjunto permitem a compreensão da mensagem que
carregam em seu interior.
As habilidades para o eficiente e preciso
processamento auditivo são particularmente cruciais para as crianças, uma vez
que as deficiências que podem ocorrer no desenvolvimento do processamento
frequentemente levam a problemas para a aprendizagem da leitura (Vakker &
deWitt, 1977; Kaluger & Kolson, 1969; Knox & Roesser, 1980; Rampp,
1980; Tarnopol & Tarnopol, 1977). Por outro lado, a sequência de eventos
que conduzem à adquisição normal das habilidades necessárias para tal área
escolar depende em gran grau sumo do correcto processamento da informação
auditiva e é provávelmente o fator que melhor prediz o futuro êxito na escola
(Kurland & Colodny, 1969; Rampp, 1980; Jule & Rutter, 1976). E
finalmente, as alterações significativas neste processamento podem também
causar atrasos no desenvolvimento da fala e da linguagem (Butler, 1981; Protti,
Young & Byrne, 1980).
Se faz imperativo distinguir entre os
parámetros periféricos (agudeza) e centrais (percepção) no diagnóstico dos
desordens auditivos. Como se planteava acima, a agudeza auditiva descreve a
sensibilidade da pessoa ao sonido; é dizer, a capacidade para receber e
detectar a presencia de ténues tonos a diferentes intensidades. A integração da
informação que se ouve é o segundo e igualmente importante paso no processo
total da audição. Ambos aspectos deven ser considerados quando se realice a
evaluação da capacidade auditiva, já que uma criança pode presentar
deficiencias nas dois áreas. Não obstante, é difícil separar diagnósticamente
as deficiencias no processamento auditivo das alterações na agudeza auditiva
quando ocurrem simultáneamente.
As crianças com desordens no processamento
auditivo central frequentemente apresentam em sala de aula síntomas semelhantes
a outros estudantes com perdas auditivas periféricas leves a moderadas ou
flutuantes. O seu comportamento é muito inconsistente, porque gira ao redor de
habilidades auditivas tais como a discriminação, memória e compreensão da
informação. Para um professor esta conduta pode gerar um certo grau de
preocupação, especialmente quando não está claro se o estudante apresenta uma
falta de atenção premeditada, ou possui uma base fisiológica que a provoque.
Académicamente tais alunos apresentam muitas dificultades em leitura,
matematica ou em ambas; e socialmente podem apresentar comportamentos
inadequados como resultado da confusão mental criada por este problema no
processamento auditivo central. Estas crianças chegam a sentirse bastante
frustradas ou ansiosas
e, portanto, podem ser agressivas com os seus companheiros
ou isolar-se.
O diagnóstico temprano é crucial, já que as
pessoas do ambiente no qual interactúa a criança devem estar conscientes das
suas necessidades e fazer adaptações necessarias para que seja mais confortável
e implementar programas apropriados de intervenção.
Não é común ver o processamento auditivo
separado em componentes individuais. No entanto, tem de ter-se em conta que uma
criança está em disposição de iniciar a aprendizagem da leitura - escrita sím e
sò sím evidencia um manejo exitoso de todas e cada uma destas capacidades
compiladas por Keith (1981):
DISCRIMINAÇÃO SONORA. Diferenciar
entre sonidos de diferente frequência, duração ou intensidade.
LOCALIZAÇÃO. Ubicar a fonte
sonora.
ATENÇÃO AUDITIVA. Por
atenção às sinais auditivas, especialmente ao fala, durante um tempo extenso.
FIGURA - FUNDO AUDITIVO.
Identificar a um falante primario dum ruído de fundo.
DISCRIMINAÇÃO AUDITIVA.
Discriminar entre palavras e sonidos que são acústicamente similares.
FECHAMENTO AUDITIVO.
Compreender a mensagem completa quando se perde uma parte.
HARMONIZAÇÃO AUDITIVA. Sintetizar
fonemas isolados que se encontram "encapsulados" dentro das palavras.
ANÁLISE AUDITIVO.
Identificar fonemas o morfemas que se encontram "encapsulados" dentro
das palavras.
ASOCIAÇÃO AUDITIVA.
Identificar um som com a sua fonte.
MEMORIA AUDITIVA, MEMORIA SEQUENCIAL. Almacenar
e evocar estímulos auditivos de diferente longitude o número no orden exacto.
Ainda que estas capacidades representam
diferentes aspectos do processamento e podem ser identificadas pontualmente, se
deve ter cuidado ao plantear tarefas de diagnóstico ou remediação, em vista que
o procesamento da informação auditiva involucra todas estas habilidades
simultáneamente.
Os sons da fala, ao igual que todos os que
se produzem na naturaleza não são tonos puros, mas compleixas misturas que se
congregam num espectro, pelo qual o ouvido deve ser capaz no sò de captarlos,
mas de analisarlhes e enviarlhes ao cérebro para que éste identifique as
mensagens que portam. Pelo tanto, qualquer programa para a aprendizagem da
leitura-escrita que se adapte ao processo normal de desenvolvimento do
linguagem na criança têm de partir do fonema, no seu aspecto físico e
cognoscitivo; isto é, como som em si e como concepto no cérebro do falante.
Segundo a concepção de Bloomfield (1933),
os fonemas de uma língua não são sons, mas conjuntos de traços distintivos que
os interlocutores se acham adestrados em producir e reconhecer dentro da
corriente sonora da fala. Esto tem sido comprobado por diferentes autores,
entre eles Bailey (1983), para quem os diferentes fonemas se distinguem acústicamente
pela envoltura do espectro, e particularmente pela frequência dos picos
espectrais. Estos sorgem das resonancias do trato vocal e se denominam
formantes, identificados por meio dum número (f1, f2, f3,
f4, etc.), sendo o primer formante o de mais baixa frequência. Isto
é , que o conjunto de formantes (rasgos sonoros) conforma um espectro cujo
corpus ou envoltura é em si o que constitui o fonema. O ser humano deve
desenvolver o concepto de fonema como unidade do som oral e o ouvido é capaz,
então, de captarlhe e discriminarlhe segundo este aspecto, a sua duração e o
intervalo temporal entre a aparição deste e outro fonema contrastante.
Nas linguas alfabéticas, as unidades da
fala são codificadas por meio de letras. Boa parte do problema do uso da
discriminação auditiva para adquirir a leitura é questão de desenvolvimento
cognoscitivo. Involucra, em parte, aprender a establecer as correspondencias
sonido / símbolo entre unidades da fala e grafemas e, de outro lado, a
segmentação auditiva. Esta última é uma habilidade esencial que involucra a
capacidade para centrar a atenção conscientemente nas sub - unidades de uma
palavra falada.
O discurso oral se desenvolve dentro de uma
corriente continua de sons. Não há separações demarcadas entre palavras,
excepto pelas pausas do emisor. Entre os 3 e 7 anos se aprende a crear
fronteiras psicológicas donde não existam físicas; isto é a isolar as palavras,
sílabas e fonemas da corriente da fala, o segmentar auditivamente o discurso.
Downing (1970) observou que a a maioría das crianças de cinco anos de idade les
costa compreender claramente o sentido que da o professor ao término «palavra».
Na sua vez, estudos de Bradley e Briant (1978), Fox e Routh (1980), Libermam
(1973); Lundberg, Olofsson e Wall (1980), e Sawyer (1985), têm encontrado que a
capacidade para a segmentação fonológica na época que se inicia o ensino da
leitura é um predictor dos subsequentes niveis de adquisição de esta área. As
crianças podem aprender muito acerca do processo leitor e desenvolver confianza
em si mesmos como leitores se os programas instruccionais partem do real nível
das suas capacidades para a segmentação de palavras e/ou sílabas.
Passando a outro aspecto de este apartado,
para Cromer (1978), Di Nicola (1979) e outros, seguendo um processo evolutivo,
os organs do homem destinados primariamente à respiração e à alimentação têm
desenvolvido a função adicional de proferir uma rica sucesão de sons, cujo uso
é aprendido desde a mais temprana infancia e se utilizam simbólicamente com
outras pessoas que têm a misma língua e estão em capacidade de perceberlos e
compreenderlos. Por esto, à fala se lhe conhece algumas vezes como «função
superposta». A producção da expresão oral, na sua fase mecânica, se divide em
dois etapas: a emisão dum som audível quando as cordas vogais vibram,
produzendo uma frequência fundamental (F0 = 125 - 250 Hz); e a
constitução de um fonema concreto por meio de modificações adaptativas do
aparato articulatorio, o qual tem algumas estructuras que podem cambiar de
posição.
Studdert-Kennedy (1987) argumenta que o
fala é aprendida. Cita as investigações de Meltzoff e Moore (1977, 1983), as
quais têm mostrado, num par de estudos meticulosamente controlados, que
infantes, dentro das 72 horas de nascidos, podem imitar gestos faciais
arbitrarios (apertura da boca, protrusão labial) e dentro dos primeiros 12 - 21
días também são capaces de imitar a protrusão lingual e o feche sequencial dos
dedos (esto último o subraia como de particular interés para a adquisição de
uma língua manual). Claro está, explica o mencionado autor, estos são gestos
relativamente toscos, longe dos sutilmente intercalados patrones de movimento,
coordinados a través de varios articuladores, que são necessarios para a fala
adulta. A importancia desas investigações é que permitem a deducção de que os
gestos ópticamente percebidos desde o mismo nascimento inducem uma estructura
neurológica isomórfica com os movimentos que producem as crianças.
Meltzoff (1982) demostrou que as crianças
entre 4 - 5 meses de idade que observam por largos periodos de tempo uma
película na que se registra o fala de uma mulher, articulam repetidamente a
vogal que estavam escutando (seja [i] ou [a]) em forma sincrónica com a cara
apresentada na mesma. Esto implica uma marcada interrelação entre a visão e a
audição com os mecanismos motores da fala desde uma idade tão temprana.
Studdert-Kennedy indica que partendo de que a estructura espectral está directamente
determinada pelas cavidades resonantes do trato vocal, e tanto a forma como o
volume destas cavidades estão determinadas pela articulação (incluiendo o
patrono de apertura da boca para [i] e [a]) , a correspondencia entre a forma
da boca (óptica) e a estructura espectral (acústica) refleixam a sua fonte
común na programação dos mecanismos articulatorios da fala. Evidentemente,
continúa o mencionado autor, as crianças desa idade já têm uma representação
amodal da fala, estreitamente relacionada com as estructuras articulatorias que
determinam a forma fonética.
SONIDO, AUDICIÓN Y HABLA
Por:
Néstor Antonio Pardo Rodríguez.
Terapeuta
del Lenguaje / Fonoaudiólogo.
Universidad
Nacional de Colombia
Correo Electrónico: fonocol@peru.com
Celular 76501745 ó 79601745 LA PAZ. BOLIVIA.
Celular 073 - 969686234. Colegio El Buen Pastor. Jr. Moquegua 663. PUNO, PERÚ.
Uno
de los elementos indispensables para los procesos normales de la audición y el
habla es el sonido. Este, en sí, es una onda mecánica longitudinal que se
propaga a través del aire. Entre sus características específicas se encuentran
la frecuencia y la intensidad, que son objeto de estudio de la acústica, una
rama de la física (Cromer, 1978; Miller, 1979).
El
oído humano en situaciones normales puede captar sonidos de una frecuencia
entre 16 y 20.000 ciclos por segundo (vibraciones dobles por segundo o hertz),
aunque por lo general es más sensible a las diferencias entre un tono y otro
cuando se hallan 50 dB (decibeles) por encima del umbral de audición y en la
gama de los 500 a los 4.000 ciclos por segundo (zona de la discriminación
auditiva del habla). Entre mayor sea el número de hertz (Hz) de la onda sonora,
más agudo será el sonido según la sensación subjetiva del individuo, y mayor
será la frecuencia.
Por
otra parte, una persona puede percibir sonidos entre 0 y 120 decibeles (dB); es
decir, entre el mínimo nivel posible de detectarlos y el umbral de molestia. La
relación entre el nivel subjetivo de sonoridad (volumen) y la intensidad física
del sonido no es lineal. Cromer (1978) indica que en una sala de conferencias,
por ejemplo, la intensidad de la voz de un conferencista puede ser 100 veces
mayor en la parte delantera que en la trasera, sin embargo, un oyente que se
desplace de una a la otra solamente experimenta una ligera disminución en la
sonoridad.
DeConde
(1984) expone que la capacidad para atender al discurso hablado, comprender,
recordar y relacionar lo que se escucha, de tal manera que se den las
respuestas apropiadas, involucra una serie de procesos intrincados que ocurren
automáticamente en la mayoría de los individuos. Para que suceda una efectiva
comunicación, el cerebro, a través de la red del sistema nervioso central, debe
recibir, transmitir, decodificar, clasificar y organizar toda la información
auditiva antes de llegar a la comprensión. La integración funcional para esa
tarea tiene lugar de una manera rápida y precisa aún cuando el ruido de fondo y
otras alteraciones de la señal (forma de hablar y ambiente) creen
interferencias. Este fenómeno neurológico se suele llamar procesamiento central
auditivo.
En
el hombre actual es evidente la disociación de los lados izquierdo y derecho
del cerebro desde los primeros días de vida, lo cual ha sido comprobado por
Molfese (1977), entre otros, mediante estudios sobre la amplitud relativa de
respuestas auditivas evocadas sobre los lóbulos temporales. Studdert-Kennedy
(1987) reporta que muchas investigaciones descriptivas y experimentales han
establecido que la capacidad perceptomotora del habla se atribuye al hemisferio
cerebral izquierdo en más del 90 % de los adultos normales. En otras palabras,
éste tiene mayor capacidad de resolución para discriminar la información situada
en la zona baja del espectro sonoro (Ardila, 1984) como es el sistema fonético
de códigos (Luria, 1981); es decir, para el manejo de los sonidos del habla. El
derecho, por su parte, descodifica las señales correspondientes a los ruidos
del ambiente, el timbre y el sistema rítmico-musical. Sin embargo, los dos
deben actuar en perfecta armonía, ya que por ejemplo, el discurso hablado
consta tanto de una serie de formantes sonoros muy específicos, como de un
ritmo dado que en conjunto permiten la comprensión del mensaje que porta en su
interior.
Continuando
con el tema, las habilidades para el eficiente y preciso procesamiento auditivo
son particularmente cruciales para los niños, debido a que las deficiencias que
se presenten en su conformación a menudo producen problemas para el aprendizaje
de la lectura (Bakker & deWitt, 1977; Kaluger & Kolson, 1969; Knox
& Roesser, 1980; Rampp, 1980; Tarnopol & Tarnopol, 1977). Por otra
parte, la jerarquización de los eventos que conducen a la adquisición normal de
las habilidades necesarias para tal área escolar depende en grado sumo del
correcto procesamiento de la información auditiva y es probablemente el mejor
predictor de éxito en la escuela (Kurland & Colodny, 1969; Rampp, 1980;
Yule & Rutter, 1976). Y finalmente, los trastornos significativos en este
procesamiento pueden también causar retrasos en el desarrollo del habla y el
lenguaje (Butler, 1981; Protti, Young & Byrne, 1980).
Se
hace imperativo distinguir entre los parámetros periféricos (agudeza) y
centrales (percepción) en el diagnóstico de los desórdenes auditivos. Como se
planteaba arriba, la agudeza auditiva describe la sensibilidad de la persona al
sonido; es decir, la capacidad para recibir y detectar la presencia de tenues
tonos a diferentes intensidades. La integración de la información que se oye es
el segundo e igualmente importante paso en el proceso total de la audición.
Ambos aspectos deben ser considerados cuando se realice la evaluación de la
capacidad auditiva, ya que un niño puede presentar deficiencias en las dos
áreas. No obstante, es difícil separar diagnósticamente las deficiencias en el
procesamiento auditivo de las alteraciones en la agudeza auditiva cuando
ocurren simultáneamente.
Los
niños con desórdenes en el procesamiento auditivo central frecuentemente
exhiben en el aula síntomas similares a otros alumnos con pérdidas auditivas
periféricas leves a moderadas y quizás fluctuantes. Su comportamiento es a
menudo muy inconsistente, porque gira alrededor de habilidades auditivas tales
como la discriminación, recuerdo y comprensión de la información. Para un
profesor esta conducta puede ser exasperante, especialmente cuando no está
claro si el estudiante asume una inatención premeditada o posee una base
fisiológica que la provoque. Académicamente tiene muchas dificultades con
predominio en lectura, matemáticas o ambas; y socialmente puede presentar
comportamientos inadecuados como resultado de la confusión mental creada por
este problema en el procesamiento auditivo central. Estos niños llegan a
sentirse bastante frustrados o ansiosos y, por lo tanto, pueden ser agresivos
con los compañeros o aislarse.
El
diagnóstico temprano es crucial, ya que las personas del ambiente en el cual
interactúa el niño deben estar conscientes de sus necesidades y hacer
adaptaciones necesarias para que sea más cómodo e implementar programas
apropiados de intervención.
No
es común ver el procesamiento auditivo separado en componentes individuales.
Sin embargo, ha de tenerse en cuenta que un niño está en disposición de iniciar
el aprendizaje de la lecto - escritura sí y sólo sí evidencia un manejo exitoso
de todas y cada una de estas capacidades compiladas por Keith (1981):
DISCRIMINACIÓN
SONORA. Diferenciar
entre sonidos de diferente frecuencia, duración o intensidad.
LOCALIZACIÓN. Ubicar la fuente sonora.
ATENCIÓN
AUDITIVA. Poner
atención a las señales auditivas, especialmente al habla, durante un tiempo
extenso.
FIGURA
- FONDO AUDITIVO. Identificar
a un hablante primario de un ruido de fondo.
DISCRIMINACIÓN
AUDITIVA.
Discriminar entre palabras y sonidos que son acústicamente similares.
CIERRE
AUDITIVO. Comprender
el mensaje completo cuando se pierde una parte.
HARMONIZACIÓN
AUDITIVA. Sintetizar
fonemas aislados que se encuentran "encapsulados" dentro de las
palabras.
ANÁLISIS
AUDITIVO. Identificar
fonemas o morfemas que se encuentran "encapsulados" dentro de las
palabras.
ASOCIACIÓN
AUDITIVA. Identificar
un sonido con su fuente.
MEMORIA
AUDITIVA, MEMORIA SECUENCIAL. Almacenar y evocar estímulos auditivos de diferente longitud o
número en el orden exacto.
Aunque
estas capacidades representan diferentes aspectos del procesamiento y pueden
ser identificadas puntualmente, se debe tener cuidado al plantear tareas de
diagnóstico o remediación, en vista que el procesamiento de la información
auditiva involucra todas estas habilidades simultáneamente.
Es
de anotar que los sonidos del habla, al igual que todos los que se producen en
la naturaleza no son tonos puros, sino complejas mezclas que se congregan en un
espectro, por lo cual el oído debe ser capaz no sólo de captarlos, sino de
analizarlos y enviarlos al cerebro para que éste identifique los mensajes que
portan. Por lo tanto, cualquier programa para el aprendizaje de la lecto - escritura
que se adapte al proceso normal de desarrollo del lenguaje en el niño ha de
partir del fonema, en su aspecto físico y cognoscitivo; es decir, como sonido
en sí y como concepto en el cerebro del hablante.
Según
la concepción de Bloomfield (1933), los fonemas de una lengua no son sonidos,
sino conjuntos de rasgos sonoros que los interlocutores se hallan adiestrados
en producir y reconocer dentro de la corriente sonora del habla. Esto ha sido
comprobado por diferentes autores, entre ellos Bailey (1983), para quien los
diferentes fonemas se distinguen acústicamente por la envoltura del espectro, y
particularmente por la frecuencia de los picos espectrales. Estos surgen de las
resonancias del tracto vocal y se denominan formantes, identificados por medio
de un número (f1, f2, f3, f4,
etc.), siendo el primer formante el de más baja frecuencia. Es decir, que el
conjunto de formantes (rasgos sonoros) conforma un espectro cuyo corpus o
envoltura es en sí lo que constituye el fonema. El ser humano debe desarrollar
el concepto de fonema como unidad del sonido oral y el oído es capaz, entonces,
de captarlo y discriminarlo según este aspecto, su duración y el intervalo
temporal entre la aparición de éste y otro fonema contrastante.
En
las lenguas alfabéticas, las unidades del habla son codificadas por medio de
letras. Buena parte del problema del uso de la discriminación auditiva para
adquirir la lectura es cuestión de desarrollo cognoscitivo. Involucra, en
parte, aprender a establecer las correspondencias sonido / símbolo entre
unidades del habla y grafemas y, de otro lado, la segmentación auditiva. Esta
última es una habilidad esencial que involucra la capacidad para centrar la
atención conscientemente en las sub-unidades de una palabra hablada.
El
discurso oral se desenvuelve dentro de una corriente continua de sonidos. No
hay separaciones demarcadas entre palabras, excepto por las pausas del emisor.
Entre los 3 y 7 años se aprende a crear fronteras psicológicas donde no existen
las físicas; es decir, a aislar las palabras, sílabas y fonemas de la corriente
del habla, o segmentar auditivamente el discurso. Downing (1970) observó que a
la mayoría de los niños de cinco años de edad les cuesta comprender claramente
el sentido que da el profesor al término «palabra». A su vez, estudios de
Bradley y Bryant (1978), Fox y Routh (1980), Liberman (1973); Lundberg,
Olofsson y Wall (1980), y Sawyer (1985), han encontrado que la capacidad para
la segmentación fonológica en la época que se inicia la enseñanza de la lectura
es un predictor de los subsecuentes niveles de adquisición de esta área. Los
niños pueden aprender mucho acerca del proceso lector y desarrollar confianza
en sí mismos como lectores si los programas instruccionales parten del real
nivel de sus capacidades para la segmentación de palabras y/o sílabas.
Pasando
a otro aspecto de este apartado, para Cromer (1978), Di Nicola (1979) y otros,
siguiendo un proceso evolutivo, los órganos del hombre destinados primariamente
a la respiración y a la alimentación han desarrollado la función adicional de
proferir una rica sucesión de sonidos, cuyo uso es aprendido desde la más
temprana infancia y se utilizan simbólicamente con otras personas que tienen la
misma lengua y están en capacidad de percibirlos y comprenderlos. Por esto, al
habla se la conoce algunas veces como «función superpuesta». La producción de
la expresión oral, en su fase mecánica, se divide en dos etapas: la emisión de
un sonido audible cuando las cuerdas vocales vibran, produciendo una frecuencia
fundamental (F0 = 125 - 250 Hz); y la constitución de un fonema
concreto por medio de modificaciones adaptativas del aparato articulador, el
cual tiene algunas estructuras que pueden cambiar de posición.
Studdert-Kennedy
(1987) argumenta que el habla es aprendida. Cita las investigaciones de
Meltzoff y Moore (1977, 1983), las cuales han mostrado, en un par de estudios
meticulosamente controlados, que infantes, dentro de las 72 horas de nacidos,
pueden imitar gestos faciales arbitrarios (apertura de la boca, protrusión
labial) y dentro de los primeros 12 - 21 días también son capaces de imitar la
protrusión lingual y el cierre secuencial de los dedos (esto último lo subraya
como de particular interés para la adquisición de una lengua manual). Claro está,
explica el mencionado autor, estos son gestos relativamente burdos, lejos de
los sutilmente intercalados patrones de movimiento, coordinados a través de
varios articuladores, que son necesarios para el habla adulta. La importancia
de esas investigaciones es que permiten la deducción de que los gestos
ópticamente percibidos desde el mismo nacimiento inducen una estructura
neurológica isomórfica con los movimientos que producen los bebés.
Meltzoff
(1982) demostró que los niños entre 4 - 5 meses de edad que observan por largos
periodos de tiempo una película en la que se registra el habla de una mujer,
articulan repetidamente la vocal que estaban escuchando (sea [i] o [a]) en
forma sincrónica con la cara presentada en la misma. Esto implica una marcada
interrelación entre la visión y la audición con los mecanismos motores del
habla desde una edad tan temprana. Studdert-Kennedy indica que partiendo de que
la estructura espectral está directamente determinada por las cavidades
resonantes del tracto vocal, y tanto la forma como el volumen de estas
cavidades están determinadas por la articulación (incluyendo el patrón de
apertura de la boca para [i] y [a]), la correspondencia entre la forma de la
boca (óptica) y la estructura espectral (acústica) reflejan su fuente común en
la programación de los mecanismos articulatorios del habla. Evidentemente,
continúa el mencionado autor, los niños de esa edad ya tienen una
representación amodal del habla, estrechamente relacionada con las estructuras
articulatorias que determinan la forma fonética.
Por favor vea en Internet las páginas con artículos propios e
información técnica acerca de la relación entre la Educación y la Terapia del
Lenguaje, Fonoaudiología o Logopedia, simplemente haciendo "clic"
sobre el título:
DATOS PERSONALES DEL AUTOR
NOMBRE
NÉSTOR ANTONIO PARDO RODRÍGUEZ
PROFESIÓN
TERAPEUTA DEL LENGUAJE / FONOAUDIÓLOGO O LOGOPEDA.
TELÉFONO
(505) – 7152357 y 6164841 Condega, Nicaragua
DIRECCIÓN POSTAL
Casa de la Cultura 1 1/2 al este. Condega, Nicaragua. Centro América
CORREO ELECTRÓNICO
mailto:nestorpardo2000@yahoo.com
SOUND, HEARING AND SPEECH
By: Néstor Antonio Pardo Rodríguez.
Speech and Language Therapist
National University of Colombia
mailto:nestorpardo2000@yahoo.com
One of the indispensable elements for
the normal hearing and speech processes is the sound. This, in itself, it is a
longitudinal mechanical wave that is propagated through air. Between its
specific characteristics are found the frequency and the intensity, that they
are object of study of the acoustics, a branch of the physics (Cromer, 1978;
Miller, 1979).
The human ear in normal situations can
capture sounds of a frequency between 16 and 20.000 cycles by second (double
vibrations by second or hertz), though generally it is more sensitive to the
differences between a tone and other when are found 50 dB by above of the
hearing threshold and in the range of 500 to 4.000 cycles by second (zone of
the auditory discrimination of the speech). Between greater will be the number
of hertz (Hz) of the sound wave, the sound will be acuter according to the
subjective sensation of the individual, and greater will be the frequency.
On the other hand, a person can perceive
sounds between 0 and 120 dB; that is to say, between the minimal possible level
of detecting them and the nuisance threshold. The relationship between the
subjective sonority level (volume) and the physical intensity of the sound is
not linear. Cromer (1978) indicates that in a conferences room, for example,
the intensity of the voice of a lecturer can be 100 greater times in the part
lead that in the rear, however, a listener that is displaced of a the other
only experiences a light decrease in the sonority.
DeConde (1984) exposes that the capacity
to attend to the spoken speech, to understand, to recall and to relate what is
listened, in such a way that are given the appropriate answers, involves a
series of processes that occur automatically in most of the individuals. So
that happen an effective communication, the brain, through the net of the
central nervous system, it must receive, transmit, decode, classify and
organize all the auditory information before arriving to the comprehension. The
functional integration for that task takes place in one way rapid and specifies
even though the background noise and other alterations of the sign (form of
speaking and ambient) believe interferences. This neurological phenomenon is
tended to call auditory central processing.
In the current man is evident the
dissociation of the left and right brain sides from the first life days,
something which has been proven by Molfese (1977), between other, through studies
on the relative extent of auditory answers evoked on the temporary lobes. Studdert
- Kennedy (1987) reports that many descriiptive and experimental investigations
have established that the perceptuomotor capacity of the speech is attributed
to the left cerebral hemisphere in more than 90 % of the normal adults. In
other words, this greater has resolution capacity to discriminate the
information located in the low zone of the sound spectrum (Ardila, 1984) as is
the phonetic codes system (Luria, 1981); that is to say, for the managing of
the sounds of the speech. The right hemisphere decodes the corresponding signs
to the noises of the ambient, the stamp and the rhythmic system - musical. However,
the two should act in perfect harmony, since for example, the spoken speech
consists so much of a series of very specific sound formants, as a pace since
by and large permit the comprehension of the message that carries in its
interior.
Continuing with the topic, the abilities
for the efficient and accurate auditory processing are particularly crucial for
the children, due to the fact that the deficiencies that are presented in its
conformation often produce learning problems in reading (Bakker & deWitt,
1977; Kaluger & Kolson, 1969; Knox & Roesser, 1980; Rampp, 1980;
Tarnopol & Tarnopol, 1977). On the other hand, the events hierarchization
that leads to the normal acquisition of the necessary abilities for such
scholastic area depends in supreme degree on the correct processing on the
auditory information and it is probably the best success predictor in the
school (Kurland & Colodny, 1969; Rampp, 1980; Yule & Rutter, 1976). And
finally, the meaningful disorders in this processing can also to cause arrears
in the speech and the language development (Butler, 1981; Protti, Young &
Byrne, 1980).
It is made imperative to distinguish
between the peripheral parameter (acuity) and central (perception) in the
diagnosis of the auditory disorders. As were outlined up, the auditory acuity
describes the sensibility of the person to the sound; that is to say, the
capacity to receive and detect the tenuous tones presence from different
intensity. The integration of the information that is heard is the second and
equally important step in the total process of the hearing. Both aspects should
be considered when is accomplished the evaluation of the auditory capacity,
since a child can present deficiencies in the two areas. Nevertheless, it is
difficult diagnostically to separate the deficiencies in the auditory
processing from the alterations in the auditory acuity when occur
simultaneously.
Children with disorders in the central
auditory processing frequently exhibit in the classroom similar symptoms to
other pupils with mild peripherals to moderate and perhaps fluctuating hearing
losses. Their behavior is often very inconsistent, because tour about auditory
abilities such as the discrimination, recollection and comprehension of the
information. For a teacher this conduct can be exasperating, especially when it
is not clear if the student assumes a premeditated inattention or possesses a
physiological base that provoke it. Academically it has many difficulties with
predominance in reading, mathematics or both; and socially it can present
improper behaviors in the wake of the mental confusion created by this problem
in the central auditory processing. These children arrive to be felt quite
frustrated or anxious and, therefore, they can be aggressive with the
companions or to isolate .
The early diagnosis is crucial, since
the persons of the ambient in the one which the child interacts should be
conscious of their needs and to make necessary adjustments so that it will be
more comfortable and to implement appropriate intervention programs.
It is not common to see the auditory
processing separated in individual components. However, there has of be had in
account that a child is in arrangement of beginning the learning of the reading
- writing evidences a successful managingg of all and each one of these
capacities compiled by Keith (1981):
SOUND DISCRIMINATION: To
differentiate between different frequency, duration or intensity of sounds.
LOCATION: To locate the
sound source.
AUDITORY ATTENTION: To
put attention to the auditory signs, especially to the speech, during a vast
time.
BACKGROUND - FIGURE - DISCRIMINATION: To
identify to a speaking primary of a background noise .
AUDITORY DISCRIMINATION: To
discriminate between words and sounds that they are acoustically similar.
AUDITORY CLOSE: To
understand the complete message when is lost a part.
AUDITORY HARMONIZATION: To
synthesize isolated phonemes that are found "encapsulates" within the
words.
AUDITORY ANALYSIS: To
identify phonemes or morphemes that are found "encapsulates" within
the words.
AUDITORY ASSOCIATION: To
identify a sound with its source.
AUDITORY REPORT, SEQUENTIAL REPORT: To
store and to evoke auditory stimuli of different length or number in the exact
order.
Though these capacities represent
different aspects of the processing and they can be identified punctually, it
should be careful upon outlining tasks of diagnosis or remediation, in sight
that the processing of the auditory information involves all these abilities
simultaneously.
It is of noting that the sounds of the
speech, the same as all those which are produced in the nature are not pure
tones, but complex mixtures that are congregated in a spectrum, by something
which the ear must be capable not only of capturing them, but analysing them
and to send them to the brain so that this identify the messages that carry. Therefore,
any program for the learning of the reading - writing that is adapted to the language
normal development process in the child there has of departing of the phoneme,
in its physical and cognitive aspect; that is to say, as sound in itself and as
concept in the brain of the speaker.
According to the conception of
Bloomfield (1933), the phonemes of a language are not sounds, but joint of
sound features that the speakers are found trained in producing and recognizing
within the sound current of the speech. This has been proven by different
authors, between them Bailey (1983), for who the different phonemes are
distinguished acoustically for the wrapper of the spectrum, and particularly by
the frequency of the spectral peaks. Stem from the vocal tract resonance and
are designated formants, identified by means of a number (f1, f2,
f3, f4, etc.), being the first formant that of bottommost
frequency. That is to say, that the set of formants (sound features) certifies
a spectrum whose corpus or wrapper is in itself what constitutes the phoneme. The
human being must develop the phoneme concept as unit of the verbal sound and
the ear is capable, then, of capturing it and to discriminate it according to
this aspect, its duration and the temporary interval between the appearance of
this and other contrasting phoneme.
In the alphabetical languages, the units
of the speech are codified by means of letters. Good part of the problem of the
use of the auditory discrimination to acquire the reading is cognitive
development issue. Involve, in part, to learn to establish the sound
correspondence / symbol between units of the speech and grapheme and, of other
side, the auditory segmentation. This last is an essential ability that
involves the capacity to centre the attention conscientiously in the sub -
units of a spoken word.
The verbal speech is unfolded within a
continuous sounds current. There are no separations limited between words,
except by the pauses of the issuing. Between 3 and 7 years is learnt to create
psychological frontiers where they do not exist the physics; that is to say, to
isolate the words, syllables and phonemes of the current of the speech, or to
auditory segment the speech. Downing (1970s) observed that to most of the
children of five years old you/them slope to understand clearly the sense that
gives the teacher to the term "word". At the same time, studies of
Bradley and Bryant (1978), Fox and Routh (1980), Liberman (1973); Lundberg, Olofsson
and Wall (1980), and Sawyer (1985), they have found that the capacity for the
phonological segmentation in the era that is begun the teaching of the reading
is a predictor of the subsequent acquisition levels of this area. Children can
learn much about of the reader process and to develop self-confidence as
readers if the instructional programs depart of the real level of their
capacities for the segmentation of words and / or syllables.
Happening to other aspect of this
paragraph, for Cromer (1978), Di Nicola (1979) et ali, continuing an
evolutionary process, the organs of the destined man primarily to the breathing
and to the nourishment have developed the additional function of uttering a
rich sounds succession, whose use is learnt from the earliest infancy and are
used symbolically with other persons than have the same language and be capable
of perceiving them and to understand them. For this, to the speech is known it
some times as "superposed function". The production of the verbal
expression, in their/its/your/his mechanical phase, is split into two stages:
the emission of an audible sound when the vocal cords vibrate, produce a
fundamental frequency (F0 = 125 - 250 Hz); and the constitution of a
concrete phoneme by means of adapting modifications of the appliance
articulator, the one which has some structures that they can change of
position.
Studdert - Kennedy (1987) argues that
the speech is learnt. Appointment the Meltzoff and Moore's studies (1977,
1983), those which have shown, in a pair of studies meticulously controlled,
that infants, within 72 hours of born, they can imitate arbitrational facial
gestures (opening of the mouth, lip protrusion) and within the first 12 - 21
days also they are capable of imitating the lingual protrusion and the
sequential close of the fingers (this last underlines it as of particular
interest for the acquisition of a manual language). Clear is, explains the
mentioned author, these are relatively coarse gestures, far from the subtly
intercalated movement standards, coordinated through several articulators, that
they are necessary for the adult speech. The importance of those investigations
is that permit the deduction of the fact that the gestures optically perceived
from the same birth induce an isomorphic neurological structure with the
movements that produce the babies.
Meltzoff (1982) demonstrated that the
children between 4 - 5 months of age that observe by long periods of time a
movie in the one which is registered the speech of a woman, articulate repetitively
the member that they were listening (will be [i] or [a]) in synchronous form
with the face presented in the same. This implies a hard interrelationship
between the vision and the hearing with the motor mechanisms of the speech from
a so early age. Studdert - Kennedy indicates that departing of the fact that
the spectral structure is directly determined by the resounding cavities of the
vocal tract, and the form as well as the volume of these cavities are
determined by the joint (including the opening standard of the mouth for [i] and
[a]), the correspondence between the form of the mouth (optical) and the
spectral structure (acoustics) reflect its common source in the programming of
the speech articulator mechanisms of. Evidently, it continues the mentioned
author; the children of that age already have an amodal representation of the
speech, narrowly related to the articulator structures that determine the
phonetic form.
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