A partir de Enero del 2009 estaremos atendiendo en Puno y Moquegua, Perú.

SOM, AUDIÇÃO E FALA

SONIDO, AUDICIÓN Y HABLA

SOUND, HEARING AND SPEECH

SOM, AUDIÇÃO E FALA

SONIDO, AUDICIÓN Y HABLA

SOUND, HEARING AND SPEECH

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 Por: Néstor Antonio Pardo Rodríguez.

Terapeuta do Linguagem ou Fonoaudiologo.

Universidade Nacional de Colômbia

Correo Electrónico: fonocol@peru.com

Celular 76501745 ó 79601745 LA PAZ. BOLIVIA.

Celular 073 - 969686234. Colegio El Buen Pastor. Jr. Moquegua 663. PUNO, PERÚ.

 

 

Um dos elementos indispensáveis para os processos normais da audição e a fala é o som. Este, em si, é uma onda mecânica longitudinal que se propaga a través do ar. Entre as suas características específicas se encontram a frequência e a intensidade, que são objeto de estudo da acústica, uma rama da física (Cromer, 1978; Miller, 1979).

O ouvido humano em situações normais pode captar sons de uma frequência entre 16 e 20.000 ciclos por segundo (vibrações dobles por segundo ou hertz), ainda que pelo geral é mais sensível às diferencias entre um tono e outro quando se acham 50 dB (decibeis) por acima do umbral de audição e na gama dos 500 a os 4.000 ciclos por segundo (zona da discriminação auditiva da fala). Entre maior seja o número de hertz (Hz) da onda sonora, mais agudo será o som segundo a sensação subjetiva do individuo, e maior será a frequência.

Por outra parte, uma pessoa pode perceber sons entre 0 e 120 decibeis (dB); isto é , entre o mínimo nível posível de detectar-lhes e o umbral de moléstia. A relação entre o nível subjetivo de sonoridade (volume) e a intensidade física do som não é lineal. Cromer (1978) indica que numa sala de conferências, por exemplo, a intensidade da voz de um conferêncista pode ser 100 vezes maior na parte dianteira que na traseira, No entanto, um ouvinte que se desloque de uma à outra sòmente experimenta uma ligera disminução na sonoridade.

DeConde (1984) expoe que a capacidade para atender ao discurso falado, compreender, lembrar e relacionar o que se escuta, de tal maneira que se dêm as respostas apropriadas, involucra uma serie de processos intrincados que ocorrem automáticamente na maioría dos individuos. Para que suceda uma efetiva comunicação, o cérebro, através da red do sistema nervioso cemtral, deve receber, transmitir, decodificar, classificar e organizar toda a informação auditiva antes de chegar à comprensão. A integração funcional para esa tarefa tem lugar de uma maneira rápida e precisa ainda quando o ruído de fundo e outras alterações da sinal (forma de falar e ambiente) creem interferências. Este fenómeno neurológico se costuma chamar processamento central auditivo.

No homem atual é evidente a dissociação dos lados esquerdo e direito do cérebro desde os primeiros días de vida, a qual tem sido comprovada por Molfese (1977), entre outros, mediante estudos sobre a amplitude relativa das respostas auditivas evocadas sobre os lóbulos temporais. Studdert-Kennedy (1987) reporta que muitas investigações descriptivas e experimentais têm estabelecido que a capacidade perceptivomotora da fala se atribui ao hemisferio cerebral esquerdo em mais do 90 % dos adultos normais. Em outras palavras, este tem maior capacidade de resolução para discriminar a informação situada na zona baixa do espectro sonoro (Ardila, 1984) como é o sistema fonético de códigos (Luria, 1981); isto é , para o manejo dos sons da fala. O direito, por sua vez, decodifica as sinais correspondentes a os ruídos do ambiente, o timbre e o sistema rítmico - musical. No entanto, os dois devem atuar em perfecta harmonía, já que, por exemplo, o discurso falado é constituído tanto por uma serie de formantes sonoros muito específicos, como por um ritmo dado que em conjunto permitem a compreensão da mensagem que carregam em seu interior.

As habilidades para o eficiente e preciso processamento auditivo são particularmente cruciais para as crianças, uma vez que as deficiências que podem ocorrer no desenvolvimento do processamento frequentemente levam a problemas para a aprendizagem da leitura (Vakker & deWitt, 1977; Kaluger & Kolson, 1969; Knox & Roesser, 1980; Rampp, 1980; Tarnopol & Tarnopol, 1977). Por outro lado, a sequência de eventos que conduzem à adquisição normal das habilidades necessárias para tal área escolar depende em gran grau sumo do correcto processamento da informação auditiva e é provávelmente o fator que melhor prediz o futuro êxito na escola (Kurland & Colodny, 1969; Rampp, 1980; Jule & Rutter, 1976). E finalmente, as alterações significativas neste processamento podem também causar atrasos no desenvolvimento da fala e da linguagem (Butler, 1981; Protti, Young & Byrne, 1980).

Se faz imperativo distinguir entre os parámetros periféricos (agudeza) e centrais (percepção) no diagnóstico dos desordens auditivos. Como se planteava acima, a agudeza auditiva descreve a sensibilidade da pessoa ao sonido; é dizer, a capacidade para receber e detectar a presencia de ténues tonos a diferentes intensidades. A integração da informação que se ouve é o segundo e igualmente importante paso no processo total da audição. Ambos aspectos deven ser considerados quando se realice a evaluação da capacidade auditiva, já que uma criança pode presentar deficiencias nas dois áreas. Não obstante, é difícil separar diagnósticamente as deficiencias no processamento auditivo das alterações na agudeza auditiva quando ocurrem simultáneamente.

As crianças com desordens no processamento auditivo central frequentemente apresentam em sala de aula síntomas semelhantes a outros estudantes com perdas auditivas periféricas leves a moderadas ou flutuantes. O seu comportamento é muito inconsistente, porque gira ao redor de habilidades auditivas tais como a discriminação, memória e compreensão da informação. Para um professor esta conduta pode gerar um certo grau de preocupação, especialmente quando não está claro se o estudante apresenta uma falta de atenção premeditada, ou possui uma base fisiológica que a provoque. Académicamente tais alunos apresentam muitas dificultades em leitura, matematica ou em ambas; e socialmente podem apresentar comportamentos inadequados como resultado da confusão mental criada por este problema no processamento auditivo central. Estas crianças chegam a sentirse bastante frustradas ou ansiosas e, portanto, podem ser agressivas com os seus companheiros ou isolar-se.

O diagnóstico temprano é crucial, já que as pessoas do ambiente no qual interactúa a criança devem estar conscientes das suas necessidades e fazer adaptações necessarias para que seja mais confortável e implementar programas apropriados de intervenção.

Não é común ver o processamento auditivo separado em componentes individuais. No entanto, tem de ter-se em conta que uma criança está em disposição de iniciar a aprendizagem da leitura - escrita sím e sò sím evidencia um manejo exitoso de todas e cada uma destas capacidades compiladas por Keith (1981):

DISCRIMINAÇÃO SONORA. Diferenciar entre sonidos de diferente frequência, duração ou intensidade.

LOCALIZAÇÃO. Ubicar a fonte sonora.

ATENÇÃO AUDITIVA. Por atenção às sinais auditivas, especialmente ao fala, durante um tempo extenso.

FIGURA - FUNDO AUDITIVO. Identificar a um falante primario dum ruído de fundo.

DISCRIMINAÇÃO AUDITIVA. Discriminar entre palavras e sonidos que são acústicamente similares.

FECHAMENTO AUDITIVO. Compreender a mensagem completa quando se perde uma parte.

HARMONIZAÇÃO AUDITIVA. Sintetizar fonemas isolados que se encontram "encapsulados" dentro das palavras.

ANÁLISE AUDITIVO. Identificar fonemas o morfemas que se encontram "encapsulados" dentro das palavras.

ASOCIAÇÃO AUDITIVA. Identificar um som com a sua fonte.

MEMORIA AUDITIVA, MEMORIA SEQUENCIAL. Almacenar e evocar estímulos auditivos de diferente longitude o número no orden exacto.

 

Ainda que estas capacidades representam diferentes aspectos do processamento e podem ser identificadas pontualmente, se deve ter cuidado ao plantear tarefas de diagnóstico ou remediação, em vista que o procesamento da informação auditiva involucra todas estas habilidades simultáneamente.

Os sons da fala, ao igual que todos os que se produzem na naturaleza não são tonos puros, mas compleixas misturas que se congregam num espectro, pelo qual o ouvido deve ser capaz no sò de captarlos, mas de analisarlhes e enviarlhes ao cérebro para que éste identifique as mensagens que portam. Pelo tanto, qualquer programa para a aprendizagem da leitura-escrita que se adapte ao processo normal de desenvolvimento do linguagem na criança têm de partir do fonema, no seu aspecto físico e cognoscitivo; isto é, como som em si e como concepto no cérebro do falante.

Segundo a concepção de Bloomfield (1933), os fonemas de uma língua não são sons, mas conjuntos de traços distintivos que os interlocutores se acham adestrados em producir e reconhecer dentro da corriente sonora da fala. Esto tem sido comprobado por diferentes autores, entre eles Bailey (1983), para quem os diferentes fonemas se distinguem acústicamente pela envoltura do espectro, e particularmente pela frequência dos picos espectrais. Estos sorgem das resonancias do trato vocal e se denominam formantes, identificados por meio dum número (f1, f2, f3, f4, etc.), sendo o primer formante o de mais baixa frequência. Isto é , que o conjunto de formantes (rasgos sonoros) conforma um espectro cujo corpus ou envoltura é em si o que constitui o fonema. O ser humano deve desenvolver o concepto de fonema como unidade do som oral e o ouvido é capaz, então, de captarlhe e discriminarlhe segundo este aspecto, a sua duração e o intervalo temporal entre a aparição deste e outro fonema contrastante.

Nas linguas alfabéticas, as unidades da fala são codificadas por meio de letras. Boa parte do problema do uso da discriminação auditiva para adquirir a leitura é questão de desenvolvimento cognoscitivo. Involucra, em parte, aprender a establecer as correspondencias sonido / símbolo entre unidades da fala e grafemas e, de outro lado, a segmentação auditiva. Esta última é uma habilidade esencial que involucra a capacidade para centrar a atenção conscientemente nas sub - unidades de uma palavra falada.

O discurso oral se desenvolve dentro de uma corriente continua de sons. Não há separações demarcadas entre palavras, excepto pelas pausas do emisor. Entre os 3 e 7 anos se aprende a crear fronteiras psicológicas donde não existam físicas; isto é a isolar as palavras, sílabas e fonemas da corriente da fala, o segmentar auditivamente o discurso. Downing (1970) observou que a a maioría das crianças de cinco anos de idade les costa compreender claramente o sentido que da o professor ao término «palavra». Na sua vez, estudos de Bradley e Briant (1978), Fox e Routh (1980), Libermam (1973); Lundberg, Olofsson e Wall (1980), e Sawyer (1985), têm encontrado que a capacidade para a segmentação fonológica na época que se inicia o ensino da leitura é um predictor dos subsequentes niveis de adquisição de esta área. As crianças podem aprender muito acerca do processo leitor e desenvolver confianza em si mesmos como leitores se os programas instruccionais partem do real nível das suas capacidades para a segmentação de palavras e/ou sílabas.

Passando a outro aspecto de este apartado, para Cromer (1978), Di Nicola (1979) e outros, seguendo um processo evolutivo, os organs do homem destinados primariamente à respiração e à alimentação têm desenvolvido a função adicional de proferir uma rica sucesão de sons, cujo uso é aprendido desde a mais temprana infancia e se utilizam simbólicamente com outras pessoas que têm a misma língua e estão em capacidade de perceberlos e compreenderlos. Por esto, à fala se lhe conhece algumas vezes como «função superposta». A producção da expresão oral, na sua fase mecânica, se divide em dois etapas: a emisão dum som audível quando as cordas vogais vibram, produzendo uma frequência fundamental (F0 = 125 - 250 Hz); e a constitução de um fonema concreto por meio de modificações adaptativas do aparato articulatorio, o qual tem algumas estructuras que podem cambiar de posição.

Studdert-Kennedy (1987) argumenta que o fala é aprendida. Cita as investigações de Meltzoff e Moore (1977, 1983), as quais têm mostrado, num par de estudos meticulosamente controlados, que infantes, dentro das 72 horas de nascidos, podem imitar gestos faciais arbitrarios (apertura da boca, protrusão labial) e dentro dos primeiros 12 - 21 días também são capaces de imitar a protrusão lingual e o feche sequencial dos dedos (esto último o subraia como de particular interés para a adquisição de uma língua manual). Claro está, explica o mencionado autor, estos são gestos relativamente toscos, longe dos sutilmente intercalados patrones de movimento, coordinados a través de varios articuladores, que são necessarios para a fala adulta. A importancia desas investigações é que permitem a deducção de que os gestos ópticamente percebidos desde o mismo nascimento inducem uma estructura neurológica isomórfica com os movimentos que producem as crianças.

Meltzoff (1982) demostrou que as crianças entre 4 - 5 meses de idade que observam por largos periodos de tempo uma película na que se registra o fala de uma mulher, articulam repetidamente a vogal que estavam escutando (seja [i] ou [a]) em forma sincrónica com a cara apresentada na mesma. Esto implica uma marcada interrelação entre a visão e a audição com os mecanismos motores da fala desde uma idade tão temprana. Studdert-Kennedy indica que partendo de que a estructura espectral está directamente determinada pelas cavidades resonantes do trato vocal, e tanto a forma como o volume destas cavidades estão determinadas pela articulação (incluiendo o patrono de apertura da boca para [i] e [a]) , a correspondencia entre a forma da boca (óptica) e a estructura espectral (acústica) refleixam a sua fonte común na programação dos mecanismos articulatorios da fala. Evidentemente, continúa o mencionado autor, as crianças desa idade já têm uma representação amodal da fala, estreitamente relacionada com as estructuras articulatorias que determinam a forma fonética.

 

SONIDO, AUDICIÓN Y HABLA

Por: Néstor Antonio Pardo Rodríguez.

Terapeuta del Lenguaje / Fonoaudiólogo.

Universidad Nacional de Colombia

Correo Electrónico: fonocol@peru.com

Celular 76501745 ó 79601745 LA PAZ. BOLIVIA.

Celular 073 - 969686234. Colegio El Buen Pastor. Jr. Moquegua 663. PUNO, PERÚ.

 

 

Uno de los elementos indispensables para los procesos normales de la audición y el habla es el sonido. Este, en sí, es una onda mecánica longitudinal que se propaga a través del aire. Entre sus características específicas se encuentran la frecuencia y la intensidad, que son objeto de estudio de la acústica, una rama de la física (Cromer, 1978; Miller, 1979).

El oído humano en situaciones normales puede captar sonidos de una frecuencia entre 16 y 20.000 ciclos por segundo (vibraciones dobles por segundo o hertz), aunque por lo general es más sensible a las diferencias entre un tono y otro cuando se hallan 50 dB (decibeles) por encima del umbral de audición y en la gama de los 500 a los 4.000 ciclos por segundo (zona de la discriminación auditiva del habla). Entre mayor sea el número de hertz (Hz) de la onda sonora, más agudo será el sonido según la sensación subjetiva del individuo, y mayor será la frecuencia.

Por otra parte, una persona puede percibir sonidos entre 0 y 120 decibeles (dB); es decir, entre el mínimo nivel posible de detectarlos y el umbral de molestia. La relación entre el nivel subjetivo de sonoridad (volumen) y la intensidad física del sonido no es lineal. Cromer (1978) indica que en una sala de conferencias, por ejemplo, la intensidad de la voz de un conferencista puede ser 100 veces mayor en la parte delantera que en la trasera, sin embargo, un oyente que se desplace de una a la otra solamente experimenta una ligera disminución en la sonoridad.

DeConde (1984) expone que la capacidad para atender al discurso hablado, comprender, recordar y relacionar lo que se escucha, de tal manera que se den las respuestas apropiadas, involucra una serie de procesos intrincados que ocurren automáticamente en la mayoría de los individuos. Para que suceda una efectiva comunicación, el cerebro, a través de la red del sistema nervioso central, debe recibir, transmitir, decodificar, clasificar y organizar toda la información auditiva antes de llegar a la comprensión. La integración funcional para esa tarea tiene lugar de una manera rápida y precisa aún cuando el ruido de fondo y otras alteraciones de la señal (forma de hablar y ambiente) creen interferencias. Este fenómeno neurológico se suele llamar procesamiento central auditivo.

En el hombre actual es evidente la disociación de los lados izquierdo y derecho del cerebro desde los primeros días de vida, lo cual ha sido comprobado por Molfese (1977), entre otros, mediante estudios sobre la amplitud relativa de respuestas auditivas evocadas sobre los lóbulos temporales. Studdert-Kennedy (1987) reporta que muchas investigaciones descriptivas y experimentales han establecido que la capacidad perceptomotora del habla se atribuye al hemisferio cerebral izquierdo en más del 90 % de los adultos normales. En otras palabras, éste tiene mayor capacidad de resolución para discriminar la información situada en la zona baja del espectro sonoro (Ardila, 1984) como es el sistema fonético de códigos (Luria, 1981); es decir, para el manejo de los sonidos del habla. El derecho, por su parte, descodifica las señales correspondientes a los ruidos del ambiente, el timbre y el sistema rítmico-musical. Sin embargo, los dos deben actuar en perfecta armonía, ya que por ejemplo, el discurso hablado consta tanto de una serie de formantes sonoros muy específicos, como de un ritmo dado que en conjunto permiten la comprensión del mensaje que porta en su interior.

Continuando con el tema, las habilidades para el eficiente y preciso procesamiento auditivo son particularmente cruciales para los niños, debido a que las deficiencias que se presenten en su conformación a menudo producen problemas para el aprendizaje de la lectura (Bakker & deWitt, 1977; Kaluger & Kolson, 1969; Knox & Roesser, 1980; Rampp, 1980; Tarnopol & Tarnopol, 1977). Por otra parte, la jerarquización de los eventos que conducen a la adquisición normal de las habilidades necesarias para tal área escolar depende en grado sumo del correcto procesamiento de la información auditiva y es probablemente el mejor predictor de éxito en la escuela (Kurland & Colodny, 1969; Rampp, 1980; Yule & Rutter, 1976). Y finalmente, los trastornos significativos en este procesamiento pueden también causar retrasos en el desarrollo del habla y el lenguaje (Butler, 1981; Protti, Young & Byrne, 1980).

Se hace imperativo distinguir entre los parámetros periféricos (agudeza) y centrales (percepción) en el diagnóstico de los desórdenes auditivos. Como se planteaba arriba, la agudeza auditiva describe la sensibilidad de la persona al sonido; es decir, la capacidad para recibir y detectar la presencia de tenues tonos a diferentes intensidades. La integración de la información que se oye es el segundo e igualmente importante paso en el proceso total de la audición. Ambos aspectos deben ser considerados cuando se realice la evaluación de la capacidad auditiva, ya que un niño puede presentar deficiencias en las dos áreas. No obstante, es difícil separar diagnósticamente las deficiencias en el procesamiento auditivo de las alteraciones en la agudeza auditiva cuando ocurren simultáneamente.

Los niños con desórdenes en el procesamiento auditivo central frecuentemente exhiben en el aula síntomas similares a otros alumnos con pérdidas auditivas periféricas leves a moderadas y quizás fluctuantes. Su comportamiento es a menudo muy inconsistente, porque gira alrededor de habilidades auditivas tales como la discriminación, recuerdo y comprensión de la información. Para un profesor esta conducta puede ser exasperante, especialmente cuando no está claro si el estudiante asume una inatención premeditada o posee una base fisiológica que la provoque. Académicamente tiene muchas dificultades con predominio en lectura, matemáticas o ambas; y socialmente puede presentar comportamientos inadecuados como resultado de la confusión mental creada por este problema en el procesamiento auditivo central. Estos niños llegan a sentirse bastante frustrados o ansiosos y, por lo tanto, pueden ser agresivos con los compañeros o aislarse.

El diagnóstico temprano es crucial, ya que las personas del ambiente en el cual interactúa el niño deben estar conscientes de sus necesidades y hacer adaptaciones necesarias para que sea más cómodo e implementar programas apropiados de intervención.

No es común ver el procesamiento auditivo separado en componentes individuales. Sin embargo, ha de tenerse en cuenta que un niño está en disposición de iniciar el aprendizaje de la lecto - escritura sí y sólo sí evidencia un manejo exitoso de todas y cada una de estas capacidades compiladas por Keith (1981):

DISCRIMINACIÓN SONORA. Diferenciar entre sonidos de diferente frecuencia, duración o intensidad.

LOCALIZACIÓN. Ubicar la fuente sonora.

ATENCIÓN AUDITIVA. Poner atención a las señales auditivas, especialmente al habla, durante un tiempo extenso.

FIGURA - FONDO AUDITIVO. Identificar a un hablante primario de un ruido de fondo.

DISCRIMINACIÓN AUDITIVA. Discriminar entre palabras y sonidos que son acústicamente similares.

CIERRE AUDITIVO. Comprender el mensaje completo cuando se pierde una parte.

HARMONIZACIÓN AUDITIVA. Sintetizar fonemas aislados que se encuentran "encapsulados" dentro de las palabras.

ANÁLISIS AUDITIVO. Identificar fonemas o morfemas que se encuentran "encapsulados" dentro de las palabras.

ASOCIACIÓN AUDITIVA. Identificar un sonido con su fuente.

MEMORIA AUDITIVA, MEMORIA SECUENCIAL. Almacenar y evocar estímulos auditivos de diferente longitud o número en el orden exacto.

Aunque estas capacidades representan diferentes aspectos del procesamiento y pueden ser identificadas puntualmente, se debe tener cuidado al plantear tareas de diagnóstico o remediación, en vista que el procesamiento de la información auditiva involucra todas estas habilidades simultáneamente.

Es de anotar que los sonidos del habla, al igual que todos los que se producen en la naturaleza no son tonos puros, sino complejas mezclas que se congregan en un espectro, por lo cual el oído debe ser capaz no sólo de captarlos, sino de analizarlos y enviarlos al cerebro para que éste identifique los mensajes que portan. Por lo tanto, cualquier programa para el aprendizaje de la lecto - escritura que se adapte al proceso normal de desarrollo del lenguaje en el niño ha de partir del fonema, en su aspecto físico y cognoscitivo; es decir, como sonido en sí y como concepto en el cerebro del hablante.

Según la concepción de Bloomfield (1933), los fonemas de una lengua no son sonidos, sino conjuntos de rasgos sonoros que los interlocutores se hallan adiestrados en producir y reconocer dentro de la corriente sonora del habla. Esto ha sido comprobado por diferentes autores, entre ellos Bailey (1983), para quien los diferentes fonemas se distinguen acústicamente por la envoltura del espectro, y particularmente por la frecuencia de los picos espectrales. Estos surgen de las resonancias del tracto vocal y se denominan formantes, identificados por medio de un número (f1, f2, f3, f4, etc.), siendo el primer formante el de más baja frecuencia. Es decir, que el conjunto de formantes (rasgos sonoros) conforma un espectro cuyo corpus o envoltura es en sí lo que constituye el fonema. El ser humano debe desarrollar el concepto de fonema como unidad del sonido oral y el oído es capaz, entonces, de captarlo y discriminarlo según este aspecto, su duración y el intervalo temporal entre la aparición de éste y otro fonema contrastante.

En las lenguas alfabéticas, las unidades del habla son codificadas por medio de letras. Buena parte del problema del uso de la discriminación auditiva para adquirir la lectura es cuestión de desarrollo cognoscitivo. Involucra, en parte, aprender a establecer las correspondencias sonido / símbolo entre unidades del habla y grafemas y, de otro lado, la segmentación auditiva. Esta última es una habilidad esencial que involucra la capacidad para centrar la atención conscientemente en las sub-unidades de una palabra hablada.

El discurso oral se desenvuelve dentro de una corriente continua de sonidos. No hay separaciones demarcadas entre palabras, excepto por las pausas del emisor. Entre los 3 y 7 años se aprende a crear fronteras psicológicas donde no existen las físicas; es decir, a aislar las palabras, sílabas y fonemas de la corriente del habla, o segmentar auditivamente el discurso. Downing (1970) observó que a la mayoría de los niños de cinco años de edad les cuesta comprender claramente el sentido que da el profesor al término «palabra». A su vez, estudios de Bradley y Bryant (1978), Fox y Routh (1980), Liberman (1973); Lundberg, Olofsson y Wall (1980), y Sawyer (1985), han encontrado que la capacidad para la segmentación fonológica en la época que se inicia la enseñanza de la lectura es un predictor de los subsecuentes niveles de adquisición de esta área. Los niños pueden aprender mucho acerca del proceso lector y desarrollar confianza en sí mismos como lectores si los programas instruccionales parten del real nivel de sus capacidades para la segmentación de palabras y/o sílabas.

Pasando a otro aspecto de este apartado, para Cromer (1978), Di Nicola (1979) y otros, siguiendo un proceso evolutivo, los órganos del hombre destinados primariamente a la respiración y a la alimentación han desarrollado la función adicional de proferir una rica sucesión de sonidos, cuyo uso es aprendido desde la más temprana infancia y se utilizan simbólicamente con otras personas que tienen la misma lengua y están en capacidad de percibirlos y comprenderlos. Por esto, al habla se la conoce algunas veces como «función superpuesta». La producción de la expresión oral, en su fase mecánica, se divide en dos etapas: la emisión de un sonido audible cuando las cuerdas vocales vibran, produciendo una frecuencia fundamental (F0 = 125 - 250 Hz); y la constitución de un fonema concreto por medio de modificaciones adaptativas del aparato articulador, el cual tiene algunas estructuras que pueden cambiar de posición.

Studdert-Kennedy (1987) argumenta que el habla es aprendida. Cita las investigaciones de Meltzoff y Moore (1977, 1983), las cuales han mostrado, en un par de estudios meticulosamente controlados, que infantes, dentro de las 72 horas de nacidos, pueden imitar gestos faciales arbitrarios (apertura de la boca, protrusión labial) y dentro de los primeros 12 - 21 días también son capaces de imitar la protrusión lingual y el cierre secuencial de los dedos (esto último lo subraya como de particular interés para la adquisición de una lengua manual). Claro está, explica el mencionado autor, estos son gestos relativamente burdos, lejos de los sutilmente intercalados patrones de movimiento, coordinados a través de varios articuladores, que son necesarios para el habla adulta. La importancia de esas investigaciones es que permiten la deducción de que los gestos ópticamente percibidos desde el mismo nacimiento inducen una estructura neurológica isomórfica con los movimientos que producen los bebés.

Meltzoff (1982) demostró que los niños entre 4 - 5 meses de edad que observan por largos periodos de tiempo una película en la que se registra el habla de una mujer, articulan repetidamente la vocal que estaban escuchando (sea [i] o [a]) en forma sincrónica con la cara presentada en la misma. Esto implica una marcada interrelación entre la visión y la audición con los mecanismos motores del habla desde una edad tan temprana. Studdert-Kennedy indica que partiendo de que la estructura espectral está directamente determinada por las cavidades resonantes del tracto vocal, y tanto la forma como el volumen de estas cavidades están determinadas por la articulación (incluyendo el patrón de apertura de la boca para [i] y [a]), la correspondencia entre la forma de la boca (óptica) y la estructura espectral (acústica) reflejan su fuente común en la programación de los mecanismos articulatorios del habla. Evidentemente, continúa el mencionado autor, los niños de esa edad ya tienen una representación amodal del habla, estrechamente relacionada con las estructuras articulatorias que determinan la forma fonética.

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DATOS PERSONALES DEL AUTOR

NOMBRE

NÉSTOR ANTONIO PARDO RODRÍGUEZ

PROFESIÓN

TERAPEUTA DEL LENGUAJE / FONOAUDIÓLOGO O LOGOPEDA.

TELÉFONO

(505) – 7152357 y 6164841 Condega, Nicaragua

DIRECCIÓN POSTAL

Casa de la Cultura 1 1/2 al este. Condega, Nicaragua. Centro América

CORREO ELECTRÓNICO

mailto:nestorpardo2000@yahoo.com

 

SOUND, HEARING AND SPEECH

By: Néstor Antonio Pardo Rodríguez.

Speech and Language Therapist  

National University of Colombia

mailto:nestorpardo2000@yahoo.com

 

One of the indispensable elements for the normal hearing and speech processes is the sound. This, in itself, it is a longitudinal mechanical wave that is propagated through air. Between its specific characteristics are found the frequency and the intensity, that they are object of study of the acoustics, a branch of the physics (Cromer, 1978; Miller, 1979).

The human ear in normal situations can capture sounds of a frequency between 16 and 20.000 cycles by second (double vibrations by second or hertz), though generally it is more sensitive to the differences between a tone and other when are found 50 dB by above of the hearing threshold and in the range of 500 to 4.000 cycles by second (zone of the auditory discrimination of the speech). Between greater will be the number of hertz (Hz) of the sound wave, the sound will be acuter according to the subjective sensation of the individual, and greater will be the frequency.

On the other hand, a person can perceive sounds between 0 and 120 dB; that is to say, between the minimal possible level of detecting them and the nuisance threshold. The relationship between the subjective sonority level (volume) and the physical intensity of the sound is not linear. Cromer (1978) indicates that in a conferences room, for example, the intensity of the voice of a lecturer can be 100 greater times in the part lead that in the rear, however, a listener that is displaced of a the other only experiences a light decrease in the sonority.

DeConde (1984) exposes that the capacity to attend to the spoken speech, to understand, to recall and to relate what is listened, in such a way that are given the appropriate answers, involves a series of processes that occur automatically in most of the individuals. So that happen an effective communication, the brain, through the net of the central nervous system, it must receive, transmit, decode, classify and organize all the auditory information before arriving to the comprehension. The functional integration for that task takes place in one way rapid and specifies even though the background noise and other alterations of the sign (form of speaking and ambient) believe interferences. This neurological phenomenon is tended to call auditory central processing.

In the current man is evident the dissociation of the left and right brain sides from the first life days, something which has been proven by Molfese (1977), between other, through studies on the relative extent of auditory answers evoked on the temporary lobes. Studdert - Kennedy (1987) reports that many descriiptive and experimental investigations have established that the perceptuomotor capacity of the speech is attributed to the left cerebral hemisphere in more than 90 % of the normal adults. In other words, this greater has resolution capacity to discriminate the information located in the low zone of the sound spectrum (Ardila, 1984) as is the phonetic codes system (Luria, 1981); that is to say, for the managing of the sounds of the speech. The right hemisphere decodes the corresponding signs to the noises of the ambient, the stamp and the rhythmic system - musical. However, the two should act in perfect harmony, since for example, the spoken speech consists so much of a series of very specific sound formants, as a pace since by and large permit the comprehension of the message that carries in its interior.

Continuing with the topic, the abilities for the efficient and accurate auditory processing are particularly crucial for the children, due to the fact that the deficiencies that are presented in its conformation often produce learning problems in reading (Bakker & deWitt, 1977; Kaluger & Kolson, 1969; Knox & Roesser, 1980; Rampp, 1980; Tarnopol & Tarnopol, 1977). On the other hand, the events hierarchization that leads to the normal acquisition of the necessary abilities for such scholastic area depends in supreme degree on the correct processing on the auditory information and it is probably the best success predictor in the school (Kurland & Colodny, 1969; Rampp, 1980; Yule & Rutter, 1976). And finally, the meaningful disorders in this processing can also to cause arrears in the speech and the language development (Butler, 1981; Protti, Young & Byrne, 1980).

It is made imperative to distinguish between the peripheral parameter (acuity) and central (perception) in the diagnosis of the auditory disorders. As were outlined up, the auditory acuity describes the sensibility of the person to the sound; that is to say, the capacity to receive and detect the tenuous tones presence from different intensity. The integration of the information that is heard is the second and equally important step in the total process of the hearing. Both aspects should be considered when is accomplished the evaluation of the auditory capacity, since a child can present deficiencies in the two areas. Nevertheless, it is difficult diagnostically to separate the deficiencies in the auditory processing from the alterations in the auditory acuity when occur simultaneously.

Children with disorders in the central auditory processing frequently exhibit in the classroom similar symptoms to other pupils with mild peripherals to moderate and perhaps fluctuating hearing losses. Their behavior is often very inconsistent, because tour about auditory abilities such as the discrimination, recollection and comprehension of the information. For a teacher this conduct can be exasperating, especially when it is not clear if the student assumes a premeditated inattention or possesses a physiological base that provoke it. Academically it has many difficulties with predominance in reading, mathematics or both; and socially it can present improper behaviors in the wake of the mental confusion created by this problem in the central auditory processing. These children arrive to be felt quite frustrated or anxious and, therefore, they can be aggressive with the companions or to isolate .

The early diagnosis is crucial, since the persons of the ambient in the one which the child interacts should be conscious of their needs and to make necessary adjustments so that it will be more comfortable and to implement appropriate intervention programs.

It is not common to see the auditory processing separated in individual components. However, there has of be had in account that a child is in arrangement of beginning the learning of the reading - writing evidences a successful managingg of all and each one of these capacities compiled by Keith (1981):

SOUND DISCRIMINATION: To differentiate between different frequency, duration or intensity of sounds.

LOCATION: To locate the sound source.

AUDITORY ATTENTION: To put attention to the auditory signs, especially to the speech, during a vast time.

BACKGROUND - FIGURE - DISCRIMINATION: To identify to a speaking primary of a background noise .

AUDITORY DISCRIMINATION: To discriminate between words and sounds that they are acoustically similar.

AUDITORY CLOSE: To understand the complete message when is lost a part.

AUDITORY HARMONIZATION: To synthesize isolated phonemes that are found "encapsulates" within the words.

AUDITORY ANALYSIS: To identify phonemes or morphemes that are found "encapsulates" within the words.

AUDITORY ASSOCIATION: To identify a sound with its source.

AUDITORY REPORT, SEQUENTIAL REPORT: To store and to evoke auditory stimuli of different length or number in the exact order.

Though these capacities represent different aspects of the processing and they can be identified punctually, it should be careful upon outlining tasks of diagnosis or remediation, in sight that the processing of the auditory information involves all these abilities simultaneously.

It is of noting that the sounds of the speech, the same as all those which are produced in the nature are not pure tones, but complex mixtures that are congregated in a spectrum, by something which the ear must be capable not only of capturing them, but analysing them and to send them to the brain so that this identify the messages that carry. Therefore, any program for the learning of the reading - writing that is adapted to the language normal development process in the child there has of departing of the phoneme, in its physical and cognitive aspect; that is to say, as sound in itself and as concept in the brain of the speaker.

According to the conception of Bloomfield (1933), the phonemes of a language are not sounds, but joint of sound features that the speakers are found trained in producing and recognizing within the sound current of the speech. This has been proven by different authors, between them Bailey (1983), for who the different phonemes are distinguished acoustically for the wrapper of the spectrum, and particularly by the frequency of the spectral peaks. Stem from the vocal tract resonance and are designated formants, identified by means of a number (f1, f2, f3, f4, etc.), being the first formant that of bottommost frequency. That is to say, that the set of formants (sound features) certifies a spectrum whose corpus or wrapper is in itself what constitutes the phoneme. The human being must develop the phoneme concept as unit of the verbal sound and the ear is capable, then, of capturing it and to discriminate it according to this aspect, its duration and the temporary interval between the appearance of this and other contrasting phoneme.

In the alphabetical languages, the units of the speech are codified by means of letters. Good part of the problem of the use of the auditory discrimination to acquire the reading is cognitive development issue. Involve, in part, to learn to establish the sound correspondence / symbol between units of the speech and grapheme and, of other side, the auditory segmentation. This last is an essential ability that involves the capacity to centre the attention conscientiously in the sub - units of a spoken word.

The verbal speech is unfolded within a continuous sounds current. There are no separations limited between words, except by the pauses of the issuing. Between 3 and 7 years is learnt to create psychological frontiers where they do not exist the physics; that is to say, to isolate the words, syllables and phonemes of the current of the speech, or to auditory segment the speech. Downing (1970s) observed that to most of the children of five years old you/them slope to understand clearly the sense that gives the teacher to the term "word". At the same time, studies of Bradley and Bryant (1978), Fox and Routh (1980), Liberman (1973); Lundberg, Olofsson and Wall (1980), and Sawyer (1985), they have found that the capacity for the phonological segmentation in the era that is begun the teaching of the reading is a predictor of the subsequent acquisition levels of this area. Children can learn much about of the reader process and to develop self-confidence as readers if the instructional programs depart of the real level of their capacities for the segmentation of words and / or syllables.

Happening to other aspect of this paragraph, for Cromer (1978), Di Nicola (1979) et ali, continuing an evolutionary process, the organs of the destined man primarily to the breathing and to the nourishment have developed the additional function of uttering a rich sounds succession, whose use is learnt from the earliest infancy and are used symbolically with other persons than have the same language and be capable of perceiving them and to understand them. For this, to the speech is known it some times as "superposed function". The production of the verbal expression, in their/its/your/his mechanical phase, is split into two stages: the emission of an audible sound when the vocal cords vibrate, produce a fundamental frequency (F0 = 125 - 250 Hz); and the constitution of a concrete phoneme by means of adapting modifications of the appliance articulator, the one which has some structures that they can change of position.

Studdert - Kennedy (1987) argues that the speech is learnt. Appointment the Meltzoff and Moore's studies (1977, 1983), those which have shown, in a pair of studies meticulously controlled, that infants, within 72 hours of born, they can imitate arbitrational facial gestures (opening of the mouth, lip protrusion) and within the first 12 - 21 days also they are capable of imitating the lingual protrusion and the sequential close of the fingers (this last underlines it as of particular interest for the acquisition of a manual language). Clear is, explains the mentioned author, these are relatively coarse gestures, far from the subtly intercalated movement standards, coordinated through several articulators, that they are necessary for the adult speech. The importance of those investigations is that permit the deduction of the fact that the gestures optically perceived from the same birth induce an isomorphic neurological structure with the movements that produce the babies.

Meltzoff (1982) demonstrated that the children between 4 - 5 months of age that observe by long periods of time a movie in the one which is registered the speech of a woman, articulate repetitively the member that they were listening (will be [i] or [a]) in synchronous form with the face presented in the same. This implies a hard interrelationship between the vision and the hearing with the motor mechanisms of the speech from a so early age. Studdert - Kennedy indicates that departing of the fact that the spectral structure is directly determined by the resounding cavities of the vocal tract, and the form as well as the volume of these cavities are determined by the joint (including the opening standard of the mouth for [i] and [a]), the correspondence between the form of the mouth (optical) and the spectral structure (acoustics) reflect its common source in the programming of the speech articulator mechanisms of. Evidently, it continues the mentioned author; the children of that age already have an amodal representation of the speech, narrowly related to the articulator structures that determine the phonetic form.

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